Base naval dos EUA é apontada como possível centro de armazenamento de tecnologia não humana
Novas declarações e documentos obtidos por fontes independentes colocam a Estação Aérea Naval de Patuxent River, conhecida como Pax River, no centro de uma das maiores controvérsias de segurança nacional dos Estados Unidos na última década. A base, localizada em Maryland, estaria associada ao armazenamento e à análise de um suposto veículo exótico de origem desconhecida, mantido em sigilo por décadas.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEDe acordo com informações divulgadas pelo Liberation Times, esse material teria sido alvo de diversas tentativas frustradas de transferência para o setor privado, onde seria analisado com fins científicos e tecnológicos. A escolha de Pax River não seria casual. A instalação abriga o Comando de Sistemas Aéreos Navais (NAVAIR), responsável pelo desenvolvimento, testes e avaliação da aviação naval norte-americana, sendo considerada um dos principais polos de pesquisa militar do país.
O histórico da base reforça as suspeitas. Em 2020, o escritório de transparência do NAVAIR tornou-se o repositório oficial dos famosos vídeos Gimbal e GoFast, registros feitos por pilotos da Marinha que mostram Fenômenos Aéreos Não Identificados (UAPs) durante operações de voo. Relatórios indicam que departamentos internos da base podem ter participado de esforços para analisar e explorar materiais recuperados, inclusive por meio de programas de engenharia reversa altamente confidenciais.
O ex-diretor do programa AATIP do Pentágono, Luis Elizondo, mencionou diretamente Pax River em seu depoimento ao Congresso dos EUA. Segundo ele, um hangar específico teria sido preparado para facilitar a transferência desses materiais por via aérea e fluvial. O plano envolveria empresas como Lockheed Martin e Bigelow Aerospace, mas acabou sendo barrado pela Diretoria de Ciência e Tecnologia da CIA, então sob o comando de Glenn Gaffney.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEFontes indicam que a CIA teria sido a guardiã original desses materiais, alguns recuperados ainda na década de 1950. A proposta de transferi-los ao setor privado teria partido de James Ryder, ex-vice-presidente da Lockheed Martin Space Systems, diante das dificuldades do governo em recrutar engenheiros altamente especializados. O objetivo seria acelerar avanços tecnológicos por meio da iniciativa privada.
Outro elemento que chama atenção é a presença do engenheiro aeroespacial Salvatore Pais em Pax River. Durante seu período na base, Pais registrou diversas patentes para o governo dos Estados Unidos descrevendo sistemas de propulsão não convencional, efeitos de campo eletromagnético e até uma nave em formato triangular ou de diamante capaz de gerar efeitos antigravitacionais. As descrições coincidem com muitos relatos visuais de UAPs feitos por pilotos militares ao longo das últimas décadas.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEA localização geográfica da base também levanta questionamentos. Situada na costa leste, entre Virgínia e Nova Jersey, a região coincide com áreas onde foram registradas incursões massivas de drones em 2023 e 2024. Segundo fontes internas, essas atividades poderiam envolver tanto drones avançados de origem chinesa quanto veículos de procedência não humana. A hipótese é que o aumento da vigilância esteja relacionado ao armazenamento desses materiais ou a testes de voo de protótipos baseados em tecnologia recuperada.
Esse cenário, no entanto, não seria inédito. A baía de Chesapeake já possui um histórico de eventos incomuns. Em 1973, um avistamento em massa foi registrado nas proximidades da base, quando testemunhas relataram a presença de um grande disco metálico acompanhado por luzes menores. Na época, a reação das autoridades da base indicou familiaridade com o fenômeno, sugerindo que tais ocorrências já eram conhecidas internamente.
Atualmente, o legado de sigilo se entrelaça com a atuação de contratantes estratégicos como o Instituto MITRE e a divisão Skunk Works, da Lockheed Martin. Com esses atores operando em Pax River, o debate sobre o que realmente está escondido nos hangares de Maryland — e sua possível conexão com tecnologia não humana — ganha novos contornos e permanece mais vivo do que nunca.
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