Matt Gaetz revela suposto programa secreto de híbridos alienígenas
O ex-congressista americano Matt Gaetz voltou ao centro das atenções ao revelar, em entrevista ao apresentador Benny Johnson, detalhes de um suposto programa altamente secreto do Exército dos Estados Unidos voltado à criação de uma raça híbrida entre seres humanos e entidades biológicas de origem desconhecida. As declarações, feitas sem comprovação independente, repercutiram amplamente nos círculos que acompanham o debate sobre fenômenos anômalos não identificados.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEO relato do militar e as instalações secretas
Segundo Gaetz, um suboficial superior do Exército compareceu pessoalmente à sua sede em Crestview, Flórida, para relatar a existência do programa. O militar teria informado que o Exército mantém entre seis e doze instalações espalhadas pelo território americano onde esses experimentos estariam sendo conduzidos. O objetivo declarado seria produzir híbridos capazes de viabilizar a comunicação intergaláctica.
Como os humanos teriam sido recrutados
De acordo com o que foi reportado a Gaetz, os seres humanos envolvidos nos experimentos teriam sido obtidos por meio de abdução em zonas de conflito armado e em caravanas de migrantes. O próprio ex-congressista reconheceu não ter conseguido verificar pessoalmente a existência das instalações, citando a impossibilidade logística de organizar visitas simultâneas pelo Congresso. Ainda assim, descreveu o encontro como um dos relatos mais incomuns de toda a sua carreira.
A experiência de Gaetz no Comitê de Forças Armadas
Gaetz representou o 1º distrito da Flórida de 2017 até sua renúncia em 2024, período em que integrou por quase oito anos o Comitê de Serviços Armados da Câmara dos Representantes. Nessa condição, afirma ter tido acesso a dados de radar classificados que registrariam aeronaves realizando manobras consideradas impossíveis para qualquer tecnologia humana conhecida. “Quando você vê radares de múltiplas naves se fundindo em uma só e depois se separando repetidamente, entende que não é uma tecnologia que nós ou nossos adversários possuímos”, declarou. O ex-legislador também afirmou acreditar que empresas do complexo militar-industrial, como a Lockheed Martin, teriam trabalhado na engenharia reversa desses materiais.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEConexão com o testemunho de David Grusch
As afirmações de Gaetz não surgiram isoladas. Elas se somam ao depoimento de David Grusch, ex-agente de inteligência que testemunhou perante o Comitê de Supervisão da Câmara dos Representantes afirmando que a CIA teria recuperado aeronaves acidentadas contendo restos classificados como “biológicos não humanos”. Juntos, os dois relatos alimentam um debate crescente nos Estados Unidos sobre o grau de transparência do governo federal em relação ao fenômeno dos UAPs.
A teoria do Dr. David Jacobs e o paralelo com X-Files
O conteúdo das declarações de Gaetz dialoga diretamente com as pesquisas do Dr. David Jacobs, historiador dedicado ao estudo das abducciones alienígenas. Ao longo de décadas, Jacobs sustenta que o cerne desse fenômeno não seria uma investigação científica por parte dos visitantes, mas sim um programa sistemático de hibridização com o objetivo final de integrar híbridos à sociedade humana, preparando o planeta para uma eventual fase de transformação social.
O ponto de divergência, no entanto, é significativo: enquanto Jacobs aponta os extraterrestres como responsáveis pelo processo, o relato entregue a Gaetz posiciona o Exército dos Estados Unidos como agente ativo da experimentação — invertendo o papel de vítima e executor num enredo que o próprio artigo compara à ficção científica da série X-Files.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEApesar de Gaetz adotar uma postura cautelosa sobre a veracidade do programa de hibridização, o fato de um ex-membro do Comitê de Forças Armadas do Congresso americano dar voz a esse tipo de relato é, por si só, considerado relevante por pesquisadores do campo. Nenhuma das alegações foi confirmada por fontes governamentais independentes, e o Exército dos Estados Unidos não se pronunciou oficialmente sobre as declarações.
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