Ross Coulthart afirma que Trump autorizou captura de UAPs
O jornalista investigativo Ross Coulthart afirmou que o presidente Trump teria autorizado operações militares para interceptar e recuperar fenômenos anômalos não identificados (UAPs) nos Estados Unidos. A declaração foi feita durante o programa Reality Check e cita informações atribuídas a fontes de alto nível ligadas à comunidade de inteligência norte-americana.
Segundo Coulthart, a iniciativa teria sido conduzida diretamente pela Casa Branca com o objetivo de identificar a origem desses objetos e obter acesso à tecnologia associada a eles. De acordo com o relato, o presidente encarregou o secretário de Defesa, Pete Hegseth, de investigar os casos e coordenar esforços para capturar os artefatos. A ação também envolveria o Escritório do Diretor de Inteligência Nacional (ODNI).
As fontes mencionadas pelo jornalista afirmam que operações de interceptação teriam ocorrido em áreas restritas, incluindo o Campo de Testes de White Sands, no Novo México. O relatório apresentado por Coulthart sustenta que as Forças Armadas empregaram sistemas avançados, entre eles armas de energia dirigida e equipamentos de micro-ondas de alta potência, para tentar neutralizar objetos que exibiriam características frequentemente associadas aos UAPs.
Entre essas características estariam acelerações instantâneas, velocidades extremas e ausência de sistemas de propulsão visíveis. Esses comportamentos correspondem ao conjunto de atributos conhecido entre pesquisadores do tema como “as cinco observáveis”, frequentemente citado em análises de casos militares envolvendo fenômenos anômalos não identificados.
O jornalista também afirmou que os militares teriam adotado métodos não convencionais para atrair os objetos para áreas seguras de interceptação. Entre as técnicas mencionadas estariam sistemas de sinalização eletromecânica e procedimentos descritos como interação neuromeditativa. Segundo a reportagem, esses métodos teriam sido originalmente desenvolvidos pela iniciativa privada Skywatcher durante operações realizadas na região de Sierra Blanca.
As alegações surgem em meio a debates internos na comunidade de inteligência sobre a natureza dos objetos observados. De acordo com Coulthart, algumas fontes defendem que parte dos incidentes pode estar relacionada a tecnologias avançadas desenvolvidas por potências estrangeiras. Outras consideram a possibilidade de que determinados casos envolvam origens ainda não identificadas.
A divulgação das informações também reacendeu discussões sobre recentes restrições temporárias ao espaço aéreo em áreas do sudoeste dos Estados Unidos. Segundo o jornalista, os relatos obtidos por suas fontes apresentam uma interpretação diferente das explicações oficiais divulgadas anteriormente para alguns desses episódios.
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