Astrônoma afirma que já existe evidência científica de tecnologia não humana
Durante décadas, céticos do fenômeno dos objetos voadores não identificados (OVNIs) sustentaram que não havia provas científicas confiáveis que sustentassem a hipótese de visitas ou tecnologias não humanas. No entanto, essa narrativa vem sendo desafiada por uma afirmação contundente da Dra. Beatriz Villarroel, astrônoma do Instituto Nórdico de Física Teórica (Nordita) e líder do projeto VASCO.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADESegundo Villarroel, a evidência científica não apenas existe, como já foi analisada por especialistas e aponta para a presença de objetos tecnológicos de origem desconhecida no céu da Terra muito antes do início da era espacial, em 1957, quando a União Soviética lançou o satélite Sputnik.
A pesquisa liderada pela astrônoma concentra-se na análise de fenômenos conhecidos como “transientes” — breves destellos de luz registrados em placas fotográficas antigas do céu noturno. O aspecto mais intrigante é que esses registros datam de anos anteriores ao primeiro objeto humano colocado em órbita.
Após examinar centenas de milhares de imagens, a equipe científica concluiu que uma parte significativa desses destellos corresponde a reflexos da luz solar em objetos físicos não naturais. Os resultados foram publicados em duas revistas científicas revisadas por pares.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEDe acordo com os pesquisadores, esses fenômenos não podem ser explicados por causas comuns, como asteroides, meteoros ou partículas de gelo. Esses objetos naturais tendem a aparecer com formas irregulares e deixar rastros alongados em exposições fotográficas de até 50 minutos. Em contraste, os transientes analisados exibem superfícies planas, altamente reflexivas, semelhantes a espelhos, produzindo flashes curtos, intensos e bem definidos.
Para a Dra. Villarroel, as conclusões não se baseiam em interpretações subjetivas, mas em análise matemática rigorosa. O estudo alcançou um nível de 7,6 sigma de significância estatística — muito acima do patamar de 5 sigma, geralmente exigido para declarar uma descoberta na física de partículas.
Em termos práticos, isso significa que a probabilidade de esses destellos serem fruto do acaso é de cerca de uma em um quatrilhão (10⁻¹⁵), um valor extremamente baixo, considerado estatisticamente quase impossível.
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Um dos pontos mais sólidos da pesquisa é a chamada ausência de clarões luminosos na sombra da Terra, conhecida como umbra. Os cientistas observaram que os flashes desaparecem sistematicamente quando a região observada entra na sombra terrestre, o que confirma que se tratam de reflexos da luz solar em objetos físicos reais.
Essa característica descarta falhas instrumentais, poeira ou artefatos fotográficos, já que esses fatores não seriam afetados pela sombra da Terra.
Além disso, a equipe identificou correlações estatísticas inesperadas. Uma delas mostra que os destellos eram 68% mais frequentes no dia seguinte a detonações nucleares atmosféricas, sugerindo uma possível relação entre esses eventos e o aparecimento dos objetos.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEOutro dado chama ainda mais atenção: a maior concentração de clarões luminosos alinhados em todo o conjunto de dados ocorreu em 27 de julho de 1952, exatamente na data mais intensa da famosa onda de OVNIs sobre Washington, D.C., quando múltiplos objetos foram detectados por radares e testemunhados por pilotos e controladores de tráfego aéreo.
Em um artigo de opinião publicado no Liberation Times, Villarroel argumenta que seus achados dão respaldo científico às denúncias apresentadas no recente documentário “The Age of Disclosure”, no qual ex-funcionários do governo e legisladores afirmam que naves de origem não humana são reais.
Segundo a astrônoma, os dados astronômicos também coincidem com descrições presentes no histórico “Memorando Twining”, de 1947, documento militar que descrevia objetos voadores como discos metálicos com superfícies altamente refletoras.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE“As evidências apontam todas na mesma direção: os OVNIs são reais e não estamos sozinhos”, afirma Villarroel.
- Veja também: Cientistas identificam os locais mais promissores para encontrar evidências de vida antiga em Marte.
Para ela, o principal desafio agora é romper o estigma que ainda cerca o tema e incentivar a comunidade científica a realizar uma avaliação aberta e independente desses dados. Caso os resultados sejam confirmados por outros grupos de pesquisa, o impacto poderá representar um dos maiores marcos científicos da história da humanidade.
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