Morte de engenheiro da NASA amplia lista de cientistas “silenciados” nos EUA
Um engenheiro nuclear da NASA que morreu em um “acidente” passou a integrar uma lista crescente de cientistas classificados como “silenciados”. O caso, inicialmente tratado pelas autoridades locais como uma fatalidade de trânsito no Alabama, ganhou outra dimensão ao se somar a uma série de desaparecimentos e mortes que atingem a comunidade científica dos Estados Unidos.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEJoshua LeBlanc, de 29 anos, teve sua morte registrada em Huntsville após um incêndio dentro de seu Tesla, que teria saído da pista e colidido contra uma árvore. O impacto teria provocado um fogo intenso, consumindo o veículo e o corpo do engenheiro. A identificação exigiu dias de trabalho de peritos forenses.
As circunstâncias anteriores ao acidente, no entanto, levantam dúvidas. Horas antes da colisão, familiares haviam comunicado seu desaparecimento. LeBlanc teria deixado carteira e celular em casa, comportamento considerado incomum para alguém descrito como metódico.

Segundo seu perfil profissional, ele atuava na NASA em projetos ligados ao Sistema de Propulsão Nuclear Espacial (SNPP). O engenheiro trabalhava no desenvolvimento de tecnologias térmicas avançadas com aplicação em missões de longa duração, incluindo possíveis viagens tripuladas a Marte.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEUm sistema de segurança de veículos Tesla, conhecido como “Sentry Mode”, registrou que o carro estava destravado durante a madrugada. As imagens não mostraram sinais de luta, mas indicaram que o engenheiro não teria planos de viajar nem de realizar atividades naquele horário, permanecendo incomunicável por longo período.
LeBlanc ocupava uma função estratégica na agência, participando de equipes voltadas a sistemas de propulsão e controle. Seu trabalho era considerado relevante para avanços em exploração espacial profunda, área sensível dentro dos programas científicos dos Estados Unidos.
O caso se soma a outros episódios recentes. Desde 2022, ao menos 12 cientistas ligados à engenharia nuclear e tecnologia aeroespacial morreram ou desapareceram em circunstâncias consideradas incomuns. A lista inclui profissionais de alto nível, alguns descritos como “silenciados” por investigadores independentes.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEEntre os nomes citados está o de um ex-funcionário da Marinha dos EUA, ligado a projetos aeroespaciais, que teria levantado questionamentos sobre fenômenos anômalos não identificados e tecnologias de recuperação avançada. Essas conexões ampliaram o alcance das suspeitas em torno dos episódios.
A Casa Branca classificou a situação como grave. O então presidente Donald Trump afirmou que o governo acompanha os casos e prometeu reuniões para discutir o tema. Autoridades federais não detalharam possíveis vínculos entre os episódios.
O FBI confirmou a abertura de uma investigação conjunta com o Departamento de Energia e o Departamento de Defesa. O objetivo é verificar conexões entre os casos e identificar possíveis padrões. A agência afirmou que trabalha com forças federais e locais para reunir informações e esclarecer os fatos.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEEnquanto as apurações avançam, cresce a pressão por respostas. Parte da comunidade científica e analistas independentes levantam a hipótese de uma operação de inteligência envolvendo atores estatais ou privados, com interesse em tecnologia sensível. Até o momento, não há confirmação oficial dessas suspeitas.
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