Humanoides gigantes e mistérios no interior da Grécia
Há sessenta e um anos, em um trecho remoto de estrada na região de Arcádia, na Grécia, George Psychoyos, então com 32 anos, dirigia sozinho por uma estrada rural deserta em uma fria noite de janeiro. Ele voltava para sua vila natal, Achladokambos, quando se deparou com algo verdadeiramente aterrador — um evento que mudaria sua vida para sempre.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEEnquanto seu carro avançava pela estrada irregular naquela noite de 1964, os faróis iluminaram repentinamente algo estranho à beira do caminho. À medida que se aproximava, o Sr. Psychoyos percebeu o que estava vendo — e aquilo não fazia sentido algum: um humanoide gigante erguendo-se imóvel na escuridão absoluta.
Entre olivais e capim alto, havia uma criatura inimaginável, que ele estimou ter mais de cinco metros de altura (cerca de 16,4 pés). “Humanoide Gigante” foi como o caso foi descrito em um artigo de jornal publicado poucos dias depois.
Segundo o relato, o ser permaneceu parado por um instante antes de atravessar a estrada com um único e enorme passo — apenas para desaparecer completamente ao alcançar o outro lado.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEEssa história foi registrada no livro Achladokambos Folklore (1985), de Ioannis Anagnostopoulos. O escritor e pesquisador grego Thanassis Vembos também incluiu uma versão traduzida do caso em seu blog, como parte de uma coletânea sobre criaturas humanoides na Grécia.
É bastante provável que a história do humanoide gigante tenha surgido a partir de uma reportagem de jornal local que recebeu pouca ou nenhuma atenção da grande imprensa. É importante lembrar que, em 1964, a Grécia ainda se recuperava dos efeitos da Segunda Guerra Mundial e de sua própria Guerra Civil Grega.
Regiões como o Peloponeso foram rapidamente dominadas por forças invasoras, em parte devido à grave falta de infraestrutura — como telecomunicações, presença militar e até transporte público. Em muitas áreas, vilarejos que possuíam rádio já eram considerados tecnologicamente avançados em comparação com o restante. No entanto, em meados da década de 1960, o país começava a se desenvolver econômica e tecnicamente, acompanhando o restante do mundo.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEDiante desse contexto, uma história tão estranha e difícil de acreditar como a do Sr. Psychoyos provavelmente teria sido publicada em diversos jornais gregos, permitindo que Ioannis Anagnostopoulos a preservasse e compilasse, junto com outros relatos, em seu livro Achladokambos Folklore.
Ainda assim, talvez nunca saibamos se esse relato teve origem em um registro policial real ou se foi apenas uma narrativa sensacionalista criada para vender jornais. Aqui chegamos a um ponto comum em investigações do paranormal: tudo depende da credibilidade da testemunha e da consistência das evidências.
Não sabemos ao certo se, naquela noite escura de janeiro, o Sr. George Psychoyos realmente encontrou um humanoide de quase seis metros de altura. Nem sequer temos certeza de que Psychoyos tenha sido uma pessoa real. Ainda assim, trata-se de uma história ao mesmo tempo fascinante e perturbadora, não é?
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEMas seria apenas uma história?
Relatos como o de Psychoyos tendem a se diluir com o tempo, sendo lembrados apenas como mais uma lenda — algo incorporado ao folclore local por gerações. No entanto, e se naquela noite ele tivesse consigo uma pequena câmera? Algo simples, que pudesse ter usado rapidamente para registrar aquilo que viu… o que mudaria então?
A história dele deixaria de ser apenas folclore e passaria a dividir os holofotes com outros clássicos do imaginário paranormal — como a famosa fotografia da Brown Lady of Raynham Hall ou a imagem do tijolo associada ao caso da Borley Rectory.
A suposta fotografia do Sr. Psychoyos provavelmente seria tão ambígua e intrigante quanto essas. Dá para imaginar: uma imagem desfocada, mal enquadrada e subexposta. Talvez mostrando o que parecem ser dois pilares de concreto à beira da estrada.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEA foto teria sido tirada de dentro do carro — possivelmente através do para-brisa, ou quem sabe com a câmera projetada para fora da janela do motorista, em uma tentativa apressada de capturar aquela cena extraordinária.
A questão é que o Sr. Psychoyos não fez nada disso — simplesmente porque não tinha uma câmera consigo. E assim, faltou justamente o elemento essencial que sua história precisava: evidência.
No entanto, avançando vinte e cinco anos no tempo e algumas centenas de quilômetros ao norte, uma menina de onze anos acabaria, por assim dizer, “vingando” o caso de Psychoyos.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEA cerca de setecentos quilômetros ao norte de Achladokambos, em linha reta, fica a vila de Chrysopetra, situada na região de Kilkis, no norte da Grécia. Foi ali, na manhã de quinta-feira, 29 de junho de 1989 — cerca de duas décadas e meia após o relato do Sr. Psychoyos.
Naquele dia, a avó de 63 anos, Triandafylia Kaloyanni, estava do lado de fora de sua casa regando as plantas quando ouviu uma série de estrondos altos ecoando por sua propriedade. Eram fortes o suficiente para fazer o chão tremer e sacudir sua casa simples.
Pensando que algo grave havia acontecido, ela correu até os netos, que brincavam na frente da residência.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEAo chegar, encontrou a neta de onze anos, Evvi Sottiropoulou, e seu irmão de dez anos, Constandinos, em pânico, chorando de medo.
“Vovó! Eu vi uma enorme nuvem branca… como um homem! Ouvi um estrondo e ele desapareceu imediatamente!”
A Sra. Kaloyanni não sabia ao certo o que pensar das alegações das crianças. Ainda assim, era evidente que o que quer que elas tivessem visto — e que havia causado aquele estrondo — fora real o bastante para deixá-las em estado de pânico.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEEla decidiu então verificar o local indicado pela neta e, ao chegar lá, encontrou algo ainda mais intrigante: um conjunto de duas pegadas gigantescas marcadas na estrada de areia macia. Segundo a reportagem da época, uma das pegadas media cerca de 1,10 m por 0,34 m, enquanto a outra tinha aproximadamente 1,04 m por 0,30 m. Ambas exibiam detalhes visíveis de calcanhar, arco e marcas que pareciam corresponder a cinco dedos distintos.
O artigo descrevia: “As duas pegadas estavam posicionadas de tal forma que davam a impressão de que um ser humano — ou humanoide — gigantesco esteve ali apenas por um instante, antes de desaparecer no ar.”
O pai das crianças entrou em contato com a polícia local para relatar o ocorrido. Ao que tudo indica, o nível de perturbação da família foi grande o suficiente para levá-lo a procurar ajuda oficial. Quando os policiais chegaram, interrogaram as crianças em busca de um relato detalhado.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEEvvi contou que a entidade era um “gigante deformado, com cerca de oito metros de altura, cujas pernas pareciam se dissolver.”
“Ele aparentemente era feito de — ou envolto por — uma fumaça branca”, escreveu Thanassis Vembos em seu artigo de 1989. “A polícia chegou ao local e encontrou as pegadas gigantes em frente à casa da Sra. Kaloyanni. Tentaram protegê-las colocando tijolos ao redor, mas uma delas foi parcialmente danificada por um carro que passou.”
Naquele momento, a polícia local da região de Kilkis enviou uma mensagem ao quartel-general da polícia na Atenas. Segundo o relato de Vembos, o chefe de polícia na capital teria ordenado que a suposta “visita extraterrestre” fosse mantida em sigilo, ao mesmo tempo em que instruía os policiais locais a protegerem as pegadas até a chegada de especialistas.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEPesquisadores da Universidade Aristóteles de Salonica foram então enviados para investigar o caso. O reitor da instituição designou o meteorologista Theodore Karrakostas e o professor assistente de meteorologia Charalambos Sachsamanoglou para analisar a ocorrência.
De acordo com Vembos, a principal missão dos cientistas era acalmar os moradores e conter rumores sobre extraterrestres — algo que, aliás, costuma se repetir em muitos casos envolvendo relatos de OVNIs e a atuação de autoridades.

O presidente da comunidade vizinha da vila de Mandres, Kostas Vasdravanidis, esteve no local. Quando foi questionado por um colega de Thanassis Vembos sobre o ocorrido, declarou:
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE— “Certamente havia um extraterrestre que, estando em outra dimensão, aparentemente entrou em nosso mundo, tornando-se visível e deixando as pegadas…”
Um dos meteorologistas sugeriu que um redemoinho de poeira poderia ter formado as marcas. No entanto, após uma análise mais detalhada, essa hipótese começou a perder força. O professor Charalambos Sachsamanoglou afirmou:
— “Do ponto de vista científico, podemos explicar a nuvem e o estrondo, mas há uma lacuna: as pegadas humanoides gigantes. Redemoinhos nessa região são fenômenos comuns e de curta duração. Não podemos descartar a possibilidade de um redemoinho forte o suficiente para levantar objetos pesados e causar ruídos. Porém, se fosse esse o caso, ele teria apagado qualquer tipo de marca no solo. Esse é o ponto que não consigo explicar…”
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEAo que tudo indica, ninguém conseguiu explicar plenamente o relato de Evvi sobre o humanoide gigante nem as misteriosas pegadas deixadas para trás — assim como ninguém conseguiu esclarecer o encontro vivido pelo Sr. Psychoyos naquela noite de 1964.
Ainda assim, alguns escritores e pesquisadores consideram essencial preservar essas histórias para que não se percam com o tempo. Muitos dedicam recursos próprios — tempo e dinheiro — para viajar, investigar e entrevistar testemunhas comuns, pessoas que, por acaso, teriam presenciado algo tão extraordinário quanto perturbador, capaz de abalar suas próprias crenças sobre a realidade.
Em uma tarde ensolarada de setembro, encontrei-me com o Sr. Vembos em um café em Atenas. Perguntei a ele:
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE— “O que você acha de tudo isso? Você acredita nessas histórias, como o que aconteceu em Chrysopetra em 1989?”
Ele deu de ombros, tomou um gole de café e respondeu:
— “O que podemos concluir? Em Chrysopetra… eu lembro… fui o único repórter a traduzir a história do grego para o inglês. Eu mesmo não fui até lá — um colega meu foi. Naquela época, em 1989, eu não tinha carro, então não pude viajar para o norte.”
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEPerguntei então:
— “E seu colega? Qual foi a impressão dele ao entrevistar as testemunhas e falar com a polícia local? Pareciam confiáveis?”
Vembos respondeu:
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE— “Você precisa lembrar que, naquela época, naquela região da Grécia, as pessoas estavam vendo todo tipo de luz estranha no céu. Lembra da onda de OVNIs dos anos 50 aqui? Era algo parecido… moradores relatavam luzes e fenômenos incomuns dias antes desse incidente.”
As palavras dele lembram os relatos descritos por John Keel em The Mothman Prophecies, quando investigou uma série de eventos paranormais na Virgínia Ocidental — incluindo aparições de um ser alado precedidas por avistamentos de OVNIs.
De forma semelhante, houve uma onda de relatos de objetos voadores não identificados na Grécia durante os anos 1950, assim como diversos registros de luzes misteriosas nos céus da região de Kilkis em 1989 — pouco antes do encontro com o suposto humanoide.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEVembos continuou:
— “Meu colega era jornalista e tinha acesso à área. Ele disse que todas as testemunhas pareciam sinceras e que realmente havia um conjunto de pegadas gigantes na estrada. Tentaram preservá-las, mas acho que um carro acabou passando por cima de algumas. Ainda assim, conseguiram fazer moldes.”
— “Sim, vi fotos na internet. Seria interessante saber se esses moldes ainda existem. Talvez guardados em algum mosteiro, esquecidos com o tempo?”
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE— “Não… pouco provável,” respondeu Vembos. “Provavelmente se perderam ou foram destruídos com o tempo…”
Alguns elementos desse caso chamam atenção, especialmente as semelhanças com outros relatos de pegadas misteriosas que simplesmente terminam de forma abrupta. Um exemplo famoso é o Ape Canyon Incident, em 1924, quando garimpeiros relataram ataques de criaturas humanoides gigantes nas montanhas da Sierra Nevada.
Dias antes do ataque, eles afirmaram ter encontrado e seguido pegadas enormes ao longo de um leito de rio. No entanto, em determinado ponto, ao chegarem a um banco de areia, as marcas simplesmente desapareciam — como se a criatura tivesse sido arrancada do solo e levada para o céu.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE— “Eles descreveram as pegadas como tendo cerca de 48 centímetros de comprimento e aproximadamente 10 centímetros de profundidade na areia. No entanto, ao inspecionar o local, os homens perceberam que aquelas eram as únicas duas marcas presentes — e estavam bem no meio do banco de areia. Era como se aquilo que as tivesse feito tivesse dado um único salto gigantesco, de cerca de 50 metros, diretamente até o centro da área.”
Hank afirmou:
— “Nenhum ser humano poderia ter feito essas pegadas. Há apenas uma explicação: algo desceu do céu e depois voltou para lá.”
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEOs homens ficaram com a impressão de que a criatura responsável pelas marcas simplesmente apareceu e desapareceu no ar, sem deixar qualquer outro rastro.
— Relato extraído de “Attack on Ape Canyon”, referente ao Ape Canyon Incident.
Seja lá o que tenha “pousado” na pequena vila de Chrysopetra naquele dia, deixou suas marcas na estrada de terra — surgindo e desaparecendo da nossa realidade em um piscar de olhos.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADESugeri que, na primavera seguinte, poderíamos fazer uma viagem até a vila para investigar o caso mais a fundo. No entanto, ambos sabíamos que as chances de os moldes das pegadas ainda estarem preservados em algum lugar seguro, após tantos anos, eram praticamente nulas.
Fiquei ali, tomando meu café e ouvindo as inúmeras histórias que Thanassis Vembos pesquisou e traduziu ao longo das décadas — claramente um trabalho feito por paixão. Em determinado momento, ele olhou para o celular, tomou mais um gole e comentou:
— “Sabe, esses não são os únicos casos de humanoides gigantes. Em 1978, em Helis… uma região remota… outro colega meu investigou um caso envolvendo um homem chamado Antonis Coulouris, que afirmava ter visto gigantes — altos, como os outros. Ele contou que estava dirigindo à noite quando, de repente, se deparou com dois deles, iluminados pelos faróis do caminhão.”
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE— “O quê? E o que mais ele relatou?” perguntei.
— “Só isso! Ele viu os seres, ficou apavorado e tentou dar ré com o caminhão… mas disse que o veículo parou de funcionar por um momento…”
O relato, registrado no blog de Vembos, afirma que o incidente ocorreu em 6 de agosto de 1978, em uma estrada rural entre as vilas de Agia Mavra e Lefkohori.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEA testemunha, Antonis Coulouris, tentou fugir, mas seu caminhão parou subitamente a cerca de 60 metros das criaturas gigantes. Em seguida, segundo ele, o veículo começou a tremer intensamente.
Quando a vibração cessou, Coulouris conseguiu ligar o motor novamente e fugir o mais rápido possível.
— “Isso aconteceu há muito tempo. Eu não pude ir investigar esse caso, foi um amigo meu. Não havia muitos detalhes além disso. O homem estava dirigindo quando se deparou com esses seres gigantes, que desapareceram imediatamente. Ele me disse que o pobre homem ficou apavorado e que definitivamente viu alguma coisa lá fora…”
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEPassamos aquela tarde de setembro em um café em Atenas, trocando histórias e conversas. Eu havia procurado Thanassis Vembos depois de passar o verão lendo seus inúmeros relatos sobre criaturas humanoides estranhas na Grécia. Ele é um escritor com grande interesse pelo paranormal e pelo inexplicável, além de bem conectado à comunidade ufológica local. Desde a década de 1980, dedica-se a vasculhar e arquivar jornais gregos antigos em busca dessas histórias incomuns que o tempo quase apagou — relatos que, segundo ele, merecem ser preservados e compartilhados.
— “Como eu disse, o que podemos concluir disso tudo?” continuou ele. “As pessoas me mostram coisas o tempo todo. Outro dia, um sujeito veio todo empolgado me mostrar um ‘OVNI’ que havia fotografado. Quando vi, era apenas uma imagem com algumas luzes borradas no céu.”
— “E como eram essas luzes?” perguntei.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE— “Apenas luzes… pontos aleatórios em um fundo escuro… o que eu posso fazer com isso? Ele afirma que era um OVNI, mas como posso ter certeza? E o que devo fazer com esse tipo de informação?”
E ele tem razão. Por que nos dedicamos a coletar esse tipo de história? Por que entrevistar testemunhas que afirmam ter visto coisas extraordinárias, sem qualquer evidência concreta que sustente seus relatos?
Assim como Fox Mulder, seguimos explorando esse labirinto de mistérios, tentando dar sentido ao inexplicável — talvez na tentativa de responder às nossas próprias perguntas sobre o paranormal.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEAlguns anos atrás, ao entrevistar um pai e seu filho que afirmavam ter sido “perseguidos” por um OVNI em uma estrada rural, percebi medo e confusão genuínos nos olhos de ambos. Eles relataram o ocorrido com tantos detalhes e emoção que não deixavam espaço para dúvidas quanto ao impacto da experiência.
Para mim, era claro que haviam presenciado algo incomum no céu naquela noite — algo que realmente os aterrorizou.
O pai, visivelmente abalado, me pediu uma explicação que pudesse tranquilizá-los:
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE— “Diga-me… você estuda essas coisas, tem contatos nessa área… nos Estados Unidos… o que eram aquelas luzes? Por que nós?” — perguntou o Sr. Tarsinos.
O que devemos concluir de histórias como o encontro da pequena Evvi? A maioria das pessoas tende a descartá-las como fruto da imaginação infantil ou como algo causado por fenômenos naturais.
No entanto, Thanassis Vembos mencionou que seu colega relatou que as crianças estavam genuinamente aterrorizadas, apresentando sinais claros de trauma.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEEntão, o que dizemos a essas crianças? Que aquilo que as assustou profundamente não passou de uma rajada de vento?

Acho que, no fim das contas, não dizemos nada. Porque nós mesmos não compreendemos exatamente com o que estamos lidando. Em vez disso, ouvimos — com empatia e atenção. Porque, muito provavelmente, seremos os únicos dispostos a escutar seus relatos sem julgamento.
Estamos ali apenas para fazer perguntas, ouvir, observar e registrar. Afinal, depois de uma experiência tão impactante, as testemunhas ficam à deriva, como se estivessem em águas escuras. Precisam enfrentar uma tempestade de emoções e acusações que inevitavelmente surgem após esse tipo de acontecimento.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEPesquisadores dispostos a ouvi-las funcionam como faróis, guiando-as de volta à segurança depois de uma travessia turbulenta. Ao escutar com compaixão, ajudamos — ainda que de forma sutil — a acalmar essas pessoas, trazendo-as de volta às margens da nossa própria realidade.
Levei mais de uma hora para chegar em casa naquele dia, e o sol já havia se posto enquanto eu dirigia pelas estradas montanhosas. Moro nos arredores de Atenas, na região do Peloponeso, na Grécia.
Um lugar onde — ao que dizem — gigantes e OVNIs percorrem estradas isoladas, esperando para se revelar a motoristas solitários e desavisados durante a noite, como naquela noite marcante de 1964, vivida por George Psychoyos.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEMas, ao contrário dele, o avanço da tecnologia me dava uma falsa sensação de segurança. Enquanto dirigia, olhei rapidamente para o meu smartphone — e sua câmera sempre pronta —… só por precaução.
Fontes: Vice, Thanassis Vembos blog, Ghost Theory
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