Ex-oficial relata OVNI gigante sobre Cheyenne Mountain
Um ex-oficial de inteligência militar dos Estados Unidos relatou ter observado, em fevereiro de 2022, um grande objeto de aparência incomum pairando sobre o Complexo Cheyenne Mountain, no Colorado. Segundo Caison Best, ele estava acompanhado por outros quatro integrantes da inteligência militar quando o grupo presenciou o objeto durante o dia.
O relato foi apresentado por Best no Safe Aerospace Podcast, conduzido pelo ex-piloto da Marinha dos EUA Ryan Graves. O episódio ocorreu em um período de alta tensão internacional, enquanto militares e integrantes da comunidade de inteligência acompanhavam a escalada que antecedeu a invasão russa da Ucrânia.
Best era integrante do 10º Grupo de Forças Especiais do Exército dos EUA. De acordo com seu depoimento, ele e quatro analistas caminhavam em direção à sede do grupo, dentro da base de Fort Carson, para participar de uma reunião sobre o cenário militar envolvendo a Rússia.
Objeto sobre a montanha
Ao subir uma escadaria, o grupo teria avistado um objeto sobre a região do Complexo Cheyenne Mountain, a cerca de dez quilômetros de distância. Best estimou que a estrutura tinha centenas de metros de largura.
Segundo o ex-oficial, o objeto apresentava formato elipsoidal tridimensional e coloração branca, semelhante à porcelana. Ele também descreveu um brilho perolado que refletia a luz solar.

A superfície, de acordo com o relato, apresentava um padrão formado por painéis pentagonais irregulares. Best afirmou ainda que esses elementos pareciam produzir um movimento ondulatório geométrico, embora o objeto permanecesse aparentemente imóvel no céu.
Durante a entrevista, o ex-militar comparou a aparência da estrutura a um produto da Apple produzido milhares de anos no futuro.
Os cinco integrantes teriam observado o objeto por aproximadamente dois minutos. Depois disso, segundo Best, a estrutura desapareceu instantaneamente.
O ex-oficial afirmou que não percebeu aceleração, deslocamento ou qualquer outro movimento antes do desaparecimento. Para ele, o objeto simplesmente deixou de ser visível.
Relato feito dentro da comunidade de inteligência
Pouco depois da observação, os militares entraram em uma área protegida para participar da reunião sobre o conflito na Ucrânia. Best contou que o episódio havia afetado a concentração do grupo.
Após a sessão, ele teria perguntado aos demais integrantes o que haviam absorvido do briefing. Segundo seu relato, nenhum deles conseguiu apresentar uma resposta satisfatória.
Best afirmou posteriormente ter registrado o acontecimento em uma apresentação digital. O material teria provocado reações diferentes entre seus colegas, incluindo integrantes que preferiram não discutir publicamente o episódio por receio de possíveis consequências profissionais.
Depois de deixar o serviço ativo, Best informou o caso à AARO, a Oficina de Resolução de Anomalias em Todos os Domínios do Pentágono.
Segundo o ex-oficial, a avaliação apresentada pela AARO classificou o objeto como um balão cativo. Essa foi a conclusão oficial atribuída à agência no relato divulgado por Best.
Investigação envolvendo o FBI
Posteriormente, com a participação da organização Americans for Safe Aerospace, ligada a Ryan Graves, o caso teria sido encaminhado a uma divisão especializada do FBI.
De acordo com Best, agentes federais o entrevistaram formalmente em Nova York. Uma artista forense também teria trabalhado a partir de seus relatos para produzir reconstruções visuais do objeto observado.
Segundo a narrativa apresentada pelo ex-oficial, os documentos e desenhos produzidos durante esse processo foram encaminhados ao Congresso dos Estados Unidos e posteriormente desclassificados no âmbito do programa PURSUE, do Departamento de Defesa.
O episódio acrescenta mais um relato envolvendo militares e integrantes da inteligência dos EUA que afirmam ter observado objetos de características incomuns. No caso de Best, porém, a própria avaliação atribuída à AARO apresenta uma identificação convencional diferente da descrição feita pela testemunha.
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