Soldados dispararam contra seres humanoides na Espanha
O que seres não humanos estariam fazendo ou procurando em bases militares espanholas durante a década de 1970? Em dois eventos altamente atípicos, militares relataram encontros diretos com entidades humanoides altas dentro de áreas restritas e extremamente sensíveis. Em ambos os episódios, disparos foram efetuados contra essas figuras, mas nenhum efeito físico aparente foi observado.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADENa noite de 25 de março de 1971, Jesús Jofre, então cabo lotado na Base Militar EVA-4, realizava vigilância de rotina quando avistou uma luz incomum no céu. O objeto luminoso aproximou-se lentamente da base até parar diretamente sobre as antenas de radar, causando imediata preocupação entre os soldados de serviço.
Jesús alertou seus companheiros, que saíram para observar o fenômeno. Todos puderam ver claramente o mesmo objeto suspenso no ar, silencioso, até que subitamente disparou em direção ao horizonte a uma velocidade impressionante, desaparecendo em poucos segundos.
Algum tempo depois, quando parecia que a situação havia voltado ao normal, os soldados perceberam algo ainda mais perturbador: atrás de algumas cabines da base, um intenso feixe de luz verde emanava do solo, iluminando parcialmente a área. Diante disso, decidiram verificar o que estava acontecendo.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEArmados e acompanhados por Fiero, um cão treinado para patrulha e situações de risco, Jesús e outros dois soldados seguiram em direção ao local de onde vinha a luz. À medida que se aproximavam, começaram a sentir forte mal-estar físico. Relataram ruídos agudos dentro da cabeça, semelhantes a uma pressão intensa nos ouvidos. O próprio Fiero demonstrou agitação, gemendo e sacudindo a cabeça como se estivesse com dor.

De repente, perceberam que algo se aproximava em alta velocidade. O som de passos firmes e rápidos podia ser ouvido com clareza, apesar do silêncio ao redor. Uma grande sombra surgiu à frente deles, movendo-se em sua direção.
Jesús ordenou que a figura parasse. Não houve resposta. Ele repetiu o comando, mas o ser continuou avançando, ignorando completamente as ordens. A tensão aumentava a cada segundo, e os soldados passaram a temer seriamente por suas vidas.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEAntes que um terceiro aviso pudesse ser dado, os soldados abriram fogo contra a entidade. No exato momento em que os disparos começaram, a figura parou, permanecendo imóvel a cerca de cinco metros de distância, enquanto as balas a atingiam sem causar qualquer efeito visível.
À luz intermitente dos disparos e dos clarões das armas, Jesús conseguiu observar o ser com mais clareza.

Segundo o relato, tratava-se de um humanoide de aparência extremamente incomum. Sua altura variava entre 2,1 e 2,2 metros, sendo excessivamente alto e muito magro para os padrões humanos. O corpo apresentava proporções alongadas, com membros esguios e postura ereta, transmitindo uma sensação de equilíbrio quase artificial.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEA pele era muito pálida, quase branca, sem sinais visíveis de pelos ou imperfeições. O rosto possuía traços suaves e simétricos, descritos por Jesús como angelicais, embora ao mesmo tempo perturbadores. Os olhos pareciam grandes e profundos, refletindo a luz de maneira incomum, porém sem qualquer brilho próprio evidente.
O ser tinha cabelos longos e claros, que caíam até a altura dos ombros, perfeitamente alinhados, como se não fossem afetados pelo vento ou pelo movimento. Não havia sinais de barba ou qualquer outro tipo de pelo facial.
Ele vestia uma roupa justa, semelhante a um macacão ou uniforme de trabalho, com aparência metálica ou sintética. A vestimenta tinha gola alta, sem costuras visíveis, e parecia moldar-se perfeitamente à anatomia da entidade. Na cintura, havia um cinto com uma fivela proeminente, no centro da qual podia ser visto um símbolo peculiar: um triângulo invertido, claramente visível mesmo sob a iluminação irregular do momento.
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Apesar de ter sido atingido pelos disparos, o ser não demonstrou qualquer sinal de dor, reação defensiva ou ferimento. Permaneceu completamente imóvel, em silêncio, observando os soldados, como se a ação humana não representasse ameaça alguma.
Após a rajada de tiros, a figura continuou encarando-os. Por alguns instantes de extrema tensão, manteve-se parada até que, de forma abrupta, virou-se e desapareceu tão rapidamente quanto havia surgido. O que mais intrigou os soldados foi o fato de que, exatamente no ponto onde a entidade apareceu e desapareceu, existia apenas um grande desnível no terreno. A base havia sido construída no topo de uma montanha, e não havia árvores, estruturas ou qualquer elemento que pudesse obstruir a visão ou servir de cobertura para alguém fugir daquela maneira.
Quando conseguiram se recompor do choque, os soldados decidiram inspecionar a área. Foi então que descobriram que uma parte da cerca que cercava a base havia sido completamente desintegrada. Pelo menos dois metros da estrutura simplesmente haviam desaparecido. O detalhe mais curioso é que a cerca de segurança era composta por duas camadas, e apenas a interna havia sido violada, sem qualquer sinal evidente de corte, explosão ou arrombamento convencional.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEApós uma busca minuciosa pela área, sem que fossem encontrados outros vestígios, os soldados retornaram ao setor administrativo da base, onde foram interrogados pelos comandantes. Dias depois, Jesús afirmou que grande parte do que havia vivenciado parecia ter simplesmente desaparecido de sua memória, sendo necessário que um de seus companheiros o ajudasse a relembrar os acontecimentos.
Pouco tempo depois, agentes norte-americanos vestindo uniformes da Força Aérea dos Estados Unidos chegaram à base. Eles solicitaram interrogar os três soldados separadamente, exigindo relatos detalhados dos fatos. Ao final dos depoimentos, deixaram uma recomendação clara e direta: que esquecessem o que havia ocorrido e não dessem qualquer importância ao episódio.
Segundo os soldados, um dos aspectos mais estranhos da visita dos americanos foi o procedimento fotográfico ao qual foram submetidos. Eles foram levados para fora da base e posicionados diante de uma parede branca que refletia diretamente a intensa luz do sol. Um a um, tiveram suas fotos tiradas com o uso de um flash extremamente potente. O que mais os intrigou foi justamente o uso do flash em plena luz do dia, algo que jamais lhes foi explicado.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADECinco anos depois, um incidente muito semelhante ocorreu na Base de Talavera la Real.
Na noite de 12 de novembro de 1976, por volta de 1h45 da madrugada, José Trejo e Juan Carrizosa estavam de serviço na área de abastecimento da Base Aérea de Talavera la Real, em Badajoz, Espanha. Ambos eram soldados da Força Aérea Espanhola e realizavam vigilância armada em uma das áreas mais sensíveis da base, responsável pelo controle e armazenamento de combustível. Cada um permanecia em seu posto de guarda, separados por aproximadamente 60 metros, executando procedimentos de rotina quando ouviram um ruído estranho e incomum.

No início, o som parecia uma interferência de rádio, algo relativamente comum em instalações militares. No entanto, em poucos instantes, o ruído transformou-se em um assobio agudo e penetrante, tão intenso que causava dor nos ouvidos. Os soldados acreditaram que alguém pudesse ter invadido a zona militar, mas, após cerca de cinco minutos, o som cessou abruptamente.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADETrejo gritou para Carrizosa perguntando se ele também havia ouvido o ruído, e a resposta foi imediata: sim. Diante da situação, ambos prepararam suas armas, submetralhadoras Z-62, e iniciaram uma inspeção visual da área ao redor. Pouco depois, o som retornou, ainda mais forte, a ponto de ambos sentirem como se suas cabeças fossem explodir. Novamente, após aproximadamente cinco minutos, o ruído parou. Em seguida, observaram uma intensa luz vertical no céu, semelhante a um clarão, que permaneceu visível por cerca de 15 a 20 segundos.
Diante do que havia ocorrido, José Hidalgo, outro soldado da base, acompanhado de um colega e de cães treinados para situações de risco, aproximou-se dos postos de guarda e perguntou se eles tinham visto o clarão. Temendo um possível ato de sabotagem dentro da instalação militar, decidiram informar o cabo da guarda, Pavón, que ordenou uma inspeção completa de toda a área.
Os soldados começaram a caminhar paralelamente ao muro que separa a estrada principal da base. Como o cão, especialmente treinado para esse tipo de situação, não demonstrava sinais de nervosismo, eles permaneceram relativamente calmos. No entanto, após percorrerem cerca de 300 metros, sentiram um forte redemoinho de vento e ouviram claramente os galhos de um eucalipto próximo se quebrando.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEImediatamente, os soldados entraram em alerta. Com as submetralhadoras em mãos, soltaram o cão, que correu diretamente em direção ao local de onde vinha o som dos galhos. Eles aguardavam que o animal reagisse com latidos ou algum sinal de ataque, mas, após alguns segundos, o cão retornou lentamente, cambaleando e visivelmente desorientado. Pouco depois, começou a correr em círculos ao redor dos soldados, um comportamento típico de proteção para o qual havia sido treinado.
Os soldados continuaram avançando e ordenando que quem quer que estivesse ali se identificasse, mas não houve resposta. Foi então que José Trejo teve a clara sensação de estar sendo seguido. A uma distância de cerca de 15 metros, avistaram uma figura esverdeada, composta por pontos de luz, com aproximadamente 3 metros de altura.

A entidade apresentava uma aparência claramente não humana. Sua forma era envolta por uma intensa luminosidade esverdeada, como se o corpo fosse composto por pequenos pontos de luz. A cabeça era pequena em relação ao corpo e parecia estar coberta por algo semelhante a um capacete, sem que fosse possível distinguir claramente traços faciais.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEO tronco foi descrito como volumoso e pesado, em contraste com braços extremamente longos e desproporcionais que pendiam ao longo do corpo. Não foi possível identificar claramente mãos, dedos ou pernas, devido ao brilho intenso que envolvia toda a figura. O ser não produzia sons audíveis nem apresentava movimentos convencionais, deslocando-se de forma estranha e silenciosa.
Sua presença provocou intenso mal-estar físico nos soldados, incluindo rigidez muscular, sensação de paralisia e forte pressão na cabeça, efeitos que se manifestaram imediatamente durante o contato visual.
Trejo tentou disparar sua arma, mas não conseguiu. Seu corpo ficou rígido e ele caiu no chão, incapaz de se mover. Nesse momento, Hidalgo e Carrizosa abriram fogo contra a entidade. Entre 40 e 50 disparos foram efetuados em sua direção. A criatura brilhou intensamente por alguns instantes e, em seguida, desapareceu de forma repentina. Pouco depois, o som sinistro ouvido anteriormente retornou, desta vez com duração entre 10 e 15 segundos.
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Os soldados ajudaram Trejo a se levantar, e toda a base foi colocada em estado de alerta máximo.
No dia seguinte, cerca de 50 pessoas realizaram uma varredura minuciosa na área onde o incidente havia ocorrido. Nenhuma evidência foi encontrada. Não havia cartuchos deflagrados no chão nem marcas de impacto no muro perimetral, apesar de ter sido posteriormente confirmado que os cartuchos das armas haviam, de fato, sido utilizados.
Alguns dias depois, ao entrar na cantina da base, Trejo ficou subitamente cego e caiu inconsciente no chão. A partir desse episódio, passou a apresentar problemas de saúde e foi internado em 30 de novembro no Hospital da Força Aérea, em Madri, onde recebeu o diagnóstico de desequilíbrio nervoso. De acordo com registros posteriores, esses sintomas não voltaram a se repetir.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEEspecialistas da Força Aérea confirmaram oficialmente que os disparos haviam sido efetuados. No entanto, uma pergunta permaneceu sem resposta: o que aconteceu com as balas disparadas naquela noite? O que, ou quem, foi atingido na Base Aérea de Talavera la Real?
Ao comparar os dois episódios ocorridos na Base EVA-4 (1971) e em Talavera la Real (1976), é possível identificar diversas semelhanças marcantes, tanto no contexto quanto na natureza dos encontros, o que leva muitos pesquisadores a considerarem os casos como parte de um mesmo padrão de fenômenos.
As principais semelhanças observadas são:
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEPrimeiro, ambos ocorreram em bases militares estratégicas, com acesso restrito e infraestrutura sensível. A EVA-4 era uma instalação de radar, enquanto Talavera la Real abrigava uma base aérea com área de abastecimento de combustível. Em ambos os casos, os eventos aconteceram em locais de alto interesse militar.
Segundo, os encontros envolveram soldados armados em serviço de vigilância noturna. Nos dois episódios, militares treinados, plenamente engajados em suas funções oficiais, relataram os acontecimentos de forma independente, sem estarem em situações de lazer ou descontração, o que reforça a seriedade dos testemunhos.
Terceiro, a presença de fenômenos luminosos antecedeu o contato direto. Na EVA-4, uma luz foi observada sobre as antenas de radar antes do surgimento da entidade. Em Talavera, houve sons estranhos e um clarão vertical no céu pouco antes do aparecimento do ser. Em ambos os casos, a luz parece atuar como um elemento precursor do encontro.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEQuarto, as entidades apresentavam características humanoides, porém eram claramente não humanas. Embora fisicamente diferentes, ambos os seres foram descritos como extremamente altos, com aparência incomum e comportamento silencioso. A sensação relatada pelos soldados não era a de um intruso humano, mas de algo completamente fora de qualquer padrão conhecido.
Quinto, houve efeitos físicos e psicológicos sobre os militares. Em ambos os eventos, os soldados relataram intenso mal-estar, pressão na cabeça, ruídos agudos e sensação de paralisia ou rigidez corporal. Em Talavera, José Trejo ficou temporariamente incapacitado, enquanto na EVA-4 houve relatos de confusão e perda parcial de memória após o ocorrido.
Sexto, os disparos de armas de fogo não tiveram efeito aparente sobre as entidades. Nos dois casos, os soldados atiraram diretamente contra os seres a curta distância, e em nenhum deles foram observados sinais visíveis de ferimentos, queda ou reação defensiva. As entidades permaneceram imóveis ou simplesmente desapareceram.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADESétimo, o desaparecimento dos seres ocorreu de forma abrupta e inexplicável. Nenhum dos episódios apresentou uma fuga convencional, sons de passos ou vestígios claros no solo que pudessem explicar a retirada das entidades.
Oitavo, após os incidentes, não houve evidências materiais conclusivas. Em Talavera, não foram encontrados cartuchos, projéteis ou marcas de impacto, apesar da confirmação de que os disparos haviam ocorrido. Na EVA-4, houve danos anômalos na cerca da base, sem uma explicação técnica satisfatória. Em ambos os casos, a ausência de provas físicas é um ponto central do mistério.
Nono, a luz verde surge como um elemento comum e recorrente nos dois episódios. Na Base EVA-4, antes do encontro com o ser humanoide de aparência nórdica, os soldados relataram a presença de um intenso feixe de luz verde dentro da base, que precedeu diretamente o surgimento da entidade. Em Talavera la Real, o próprio ser foi descrito como esverdeado e luminoso, além da observação prévia de um clarão no céu. Em ambos os casos, a luz verde parece desempenhar um papel fundamental como manifestação inicial do fenômeno, reforçando ainda mais a ideia de um padrão compartilhado entre os dois eventos.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEPor fim, houve intervenção de autoridades superiores após os acontecimentos. Na EVA-4, agentes estrangeiros interrogaram os soldados e recomendaram silêncio. Em Talavera, o caso foi tratado internamente, com explicações médicas genéricas e sem ampla divulgação oficial, levando o assunto a um encerramento rápido.
Em conjunto, essas semelhanças sugerem que os dois episódios não foram eventos isolados comuns, mas ocorrências que compartilham um mesmo padrão de manifestação, reforçando o caráter enigmático dos encontros registrados em bases militares espanholas durante a década de 1970.
A seguir, dois vídeos com testemunhas de ambos os incidentes.
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