Drone dos EUA Registra Objeto Anômalo com Manobras Inexplicáveis
Os pesquisadores Jeremy Corbell e George Knapp divulgaram recentemente imagens militares registradas em 2021 que mostram um Fenômeno Anômalo Não Identificado (FANI) durante uma operação de vigilância na região de fronteira entre a Jordânia e a Síria. O material foi captado por um drone MQ-9 Reaper, operado pela Força Aérea dos Estados Unidos, e integra investigações conduzidas pela Comunidade de Inteligência norte-americana.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADESegundo a documentação associada ao caso, o evento foi oficialmente registrado sob as coordenadas 32°05’39.2”N, 36°53’54.4”E, localizadas em área próxima à fronteira sírio-jordaniana. O objeto foi detectado por sensores infravermelhos de última geração e apresentou comportamentos considerados atípicos pelos padrões aeronáuticos conhecidos.
Entre as características observadas estão mudanças abruptas de direção sem perda aparente de velocidade, aceleração imediata a partir de voo estável — com desaparecimento do enquadramento em frações de segundo — e ausência de sinais visíveis de propulsão, como asas, motores ou emissões térmicas detectáveis. Esses elementos se enquadram em critérios técnicos utilizados pelos órgãos de defesa dos Estados Unidos para a classificação de Fenômenos Anômalos Não Identificados, termo aplicado a ocorrências cuja origem e natureza não puderam ser determinadas com os dados disponíveis.
A divulgação do vídeo gerou avaliações divergentes entre pesquisadores do tema. O jornalista e pesquisador John Greenewald, fundador do site The Black Vault, criticou o formato e a limitação do material divulgado, argumentando que registros de maior qualidade possivelmente existam, mas não sejam tornados públicos de forma integral.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADENo campo político, o episódio reforçou debates sobre transparência governamental. O congressista Eric Burlison afirmou que parlamentares participaram de sessões informativas fechadas nas quais foram exibidos outros vídeos relacionados a Fenômenos Anômalos Não Identificados, alguns deles com deslocamentos considerados fora dos parâmetros tecnológicos conhecidos. Segundo Burlison, o Congresso trabalha com especialistas para identificar arquivos específicos e buscar a desclassificação de novos materiais.
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Até o momento, não houve confirmação oficial sobre a origem, finalidade ou natureza do objeto registrado nas coordenadas mencionadas. O caso permanece classificado como Fenômeno Anômalo Não Identificado, mantendo abertas as discussões sobre segurança do espaço aéreo, protocolos de monitoramento e acesso público a informações classificadas.
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