Novos avistamentos de OSNIs despertam curiosidade global
Objetos não identificados deixam de ser um fenômeno restrito ao céu. Relatos recentes de diferentes regiões do mundo apontam para ocorrências similares também no ambiente marinho, com observadores descrevendo atividades incomuns abaixo da superfície dos oceanos. Esses episódios têm levado especialistas a utilizar o termo “USOs” — objetos submersíveis não identificados — para se referir a possíveis anomalias registradas em meio aquático.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEDiversos casos recentes reforçam esse cenário. Em cidades como Oklahoma City, luzes incomuns chamaram a atenção de moradores; em áreas costeiras da Flórida e da Califórnia, embarcações relataram formações luminosas vindas do fundo do mar. Segundo investigadores, os relatos apresentam semelhanças: iluminação incomum, movimentos silenciosos e comportamentos que não se alinham com tecnologias conhecidas.
Durante um segmento exibido pela NewsNation, o investigador e apresentador Ben Hansen, do programa UFO Witness, comentou sobre um vídeo gravado nas águas de Fort Lauderdale, que mostra duas luzes verdes movendo-se sob a superfície do oceano durante a noite. Hansen, que é mergulhador certificado, descartou inicialmente a hipótese de mergulhadores, citando a ausência de elementos de segurança necessários para atividades noturnas, como embarcação de apoio, sinalização ou equipamentos compatíveis. Para ele, as características observadas divergem do padrão típico de luzes de mergulho.
Hansen afirmou ainda que o fenômeno não se assemelha a algas fosforescentes, refração luminosa ou comportamentos naturais conhecidos. Embora o interesse público por objetos submersíveis seja recente, ele ressalta que relatos desse tipo existem há décadas. Entre os casos citados estão registros nas proximidades da Ilha de Catalina, nos Estados Unidos, onde pilotos e controladores de tráfego aéreo relataram estruturas luminosas de grandes dimensões sob a água. Segundo testemunhas, a iluminação surgia de forma abrupta, como se tivesse sido ativada por um interruptor.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEHá também relatos de navegadores que, enquanto se deslocavam por áreas escuras do oceano, observaram repentinamente zonas amplamente iluminadas logo abaixo das embarcações, algumas comparáveis ao tamanho de um campo de futebol.
Esses episódios dialogam com relatos provenientes de militares, incluindo o conhecido incidente do USS Omaha, no qual sensores térmicos registraram um objeto que teria se deslocado do ar para o mar sem sinais de impacto — comportamento que alguns analistas chamam de “transmídia”. As Forças Armadas dos Estados Unidos reconhecem a existência de registros de objetos cujas características não correspondem às de tecnologias humanas conhecidas. O ex-almirante Tim Gallaudet já mencionou informalmente programas que monitoram o que chamou de “Fast Movers”, objetos supostamente detectados por sensores subaquáticos sigilosos.
Segundo relatos, alguns desses objetos apresentariam velocidades incompatíveis com qualquer torpedo existente, chegando a superar 160 km/h debaixo d’água, algo inviável com os atuais limites hidrodinâmicos e de propulsão. Enquanto alguns desses registros são breves, outros mostram objetos que permanecem estáticos por longos períodos ou que alternam entre ar e água sem gerar respingos, turbulência ou sinais de propulsão.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEO ex-analista do Ministério da Defesa do Reino Unido, Nick Pope, também comentou o caso de Fort Lauderdale. Apesar de considerar o vídeo intrigante, ele destacou que não há dados suficientes para qualquer conclusão definitiva. Conforme relembra, o próprio Pentágono frequentemente aponta carência de informações essenciais nesses episódios, como distância do objeto, velocidade, condições atmosféricas, qualidade dos sensores e demais elementos necessários para identificação precisa.
Apesar da limitação dos registros visuais, relatos semelhantes continuam surgindo em diversos países. Testemunhas — civis e militares — descrevem:
- áreas iluminadas sob a superfície do mar;
- objetos entrando na água sem deslocamento visível;
- movimentos subaquáticos em alta velocidade;
- luzes sem fonte aparente;
- zonas amplamente iluminadas ativadas de forma repentina.
A ampliação do foco — de UFOs para possíveis USOs — abre novos questionamentos. Se alguns desses objetos realmente operam tanto no ar quanto no mar, isso traria implicações significativas para a compreensão atual de física, engenharia e propulsão.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEEspecialistas ressaltam que nenhum episódio isolado é suficiente para conclusões. O que se observa, porém, é um conjunto crescente de relatos, distribuídos por diferentes regiões e épocas, que aponta para a necessidade de investigações mais estruturadas.
Diante disso, pesquisadores civis, cientistas e analistas militares defendem que futuras análises considerem não apenas o espaço aéreo, mas também o ambiente marinho, que ainda permanece amplamente desconhecido — e pode guardar informações relevantes para o estudo desses fenômenos.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEQuer continuar acompanhando conteúdos como este? Junte-se a nós no Facebook e participe da nossa comunidade!
Seguir no Facebook