Os “transitórios” espaciais são vestígios de uma humanidade perdida? A investigação da Dra. Villarroel e a conexão com o Báltico
A Dra. Villarroel, conhecida por seu trabalho no projeto VASCO (Vanishing & Appearing Sources during a Century of Observations), dedicou sua pesquisa ao estudo de fotografias astronômicas do início da década de 1950. Nelas, identificou centenas de “transitórios” ou lampejos de luz que aparecem em uma imagem, mas desaparecem nas seguintes — um comportamento anômalo ocorrido anos antes do lançamento do Sputnik, em 1957, o primeiro satélite humano reconhecido.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEAs conclusões de seus dois estudos sobre o tema, publicados recentemente, por enquanto permanecem sem serem contestadas, explicadas de forma prosaica e/ou refutadas por outros cientistas.
Durante a transmissão ao vivo, o debate se afastou da explicação extraterrestre tradicional quando uma pergunta do público levantou a possibilidade de que uma civilização muito antiga, que teria conseguido deixar a Terra, fosse a responsável por esses “transitórios”. Villarroel, longe de considerar a ideia absurda, confirmou que essa é uma opção que deve ser levada a sério, sugerindo que a Terra poderia ter abrigado uma humanidade anterior cuja existência esquecemos.
“Sim, absolutamente. É uma opção”, afirmou Villarroel. “Poderia se tratar de alguma civilização antiga que esquecemos que existiu aqui, que enviou coisas para a órbita, e isso é o lixo espacial dela.”
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A astrofísica enfatizou que, baseando-se estritamente nos dados visuais, a única coisa que pode afirmar é que os objetos parecem artificiais, mas não necessariamente provenientes de outro planeta.
“Não posso dizer nada além de que não é nosso” (referindo-se à nossa civilização atual). Ela acrescentou ainda que se trata de “objetos pequenos e muitos deles”, o que se encaixaria com um sistema de monitoramento global.
A abertura mental da Dra. Villarroel para uma possível tecnologia de um passado esquecido é o ponto que a une a seu colaborador, o explorador sueco de águas profundas Dennis Asberg, descobridor da anomalia do mar Báltico. Asberg e sua equipe da Ocean X documentaram como equipamentos eletrônicos — do sonar aos ROVs — falham de forma inexplicável ao se aproximarem da anomalia, um padrão que se repete em múltiplas missões.
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Enquanto o trabalho de Villarroel olha para o céu e para supostos vestígios espaciais de um passado esquecido, Asberg olha para o fundo do oceano. O explorador sugeriu que a enigmática estrutura do Báltico, que ele e sua equipe identificaram como “construída” ou “feita pelo homem”, poderia datar de centenas de milhares de anos, possivelmente de uma era anterior à Idade do Gelo.
O explorador sueco espera que a datação por perfurações que realizarão em breve revele a verdadeira antiguidade do objeto.
É justamente essa busca por artefatos que poderiam ser ancestrais que uniu Villarroel e Asberg na transmissão ao vivo.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEA insistência no fator temporal — a ideia de que tecnologia avançada jaz oculta no passado da Terra — ressoa fortemente no âmbito ufológico.
Por exemplo, denunciantes como o ex-militar de inteligência Dylan Borland afirmaram que algumas das supostas naves alienígenas recuperadas por governos teriam sido encontradas em escavações arqueológicas — e não apenas em acidentes aéreos —, implicando que parte dessa tecnologia avançada permaneceu oculta sob a superfície terrestre por milênios.
Assim, a pesquisa conjunta da Dra. Villarroel e de Asberg sugere que a chave para compreender os fenômenos anômalos pode não residir na exploração de galáxias distantes, mas em desenterrar os segredos da própria história perdida da humanidade.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEVocê pode ver a entrevista completa abaixo:
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