A NASA desfoca imagens da Lua para esconder estruturas artificiais”, afirma cientista
“A probabilidade de que estruturas artificiais existam na superfície lunar é maior que 50%.”
Essa é a afirmação enfática do físico teórico Maaneli “Max” Derakhshani, que argumenta que nosso satélite esconde evidências de tecnologia não humana que foram ignoradas.
Durante décadas, a Lua foi tratada como um corpo celeste morto, um vasto deserto de poeira e rochas sem história. No entanto, pesquisas recentes desafiam essa visão consolidada. Segundo um doutor formado pela Universidade de Utrecht, a superfície lunar abriga formações que não se enquadram em nenhum modelo geológico conhecido. Para ele, tais estruturas deveriam ser analisadas como possíveis “tecnossinaturas” — indícios de atividade tecnológica associada a uma civilização não humana.
Essas alegações emergem em um momento particularmente sensível para a exploração espacial. A NASA, principal protagonista do retorno tripulado à Lua, foi obrigada a revisar e adiar os cronogramas das missões Artemis II e III. Lançamentos considerados estratégicos foram cancelados após a detecção de vazamentos críticos de hidrogênio e uma série de falhas técnicas que colocaram em xeque a segurança das operações.
Oficialmente, os atrasos são atribuídos a precauções de engenharia. Nos bastidores, porém, cresce a especulação de que a cautela da agência possa ter motivações mais profundas. Especialistas como Derakhshani levantam uma hipótese inquietante: e se o ritmo desacelerado do programa Artemis não estiver relacionado apenas a problemas técnicos, mas também ao temor do que pode ser revelado quando a humanidade, enfim, voltar a pisar na Lua?
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEUm dos aspectos mais controversos da pesquisa de Derakhshani está concentrado na cratera Paracelsus C. Utilizando inteligência artificial para analisar imagens captadas pela sonda Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), da NASA, foram identificadas estruturas com ângulos retos perfeitamente definidos e linhas surpreendentemente retas — características que destoam radicalmente dos padrões irregulares esperados da geologia lunar natural.

Essas formações alcançam até 30 metros de altura e ultrapassam 100 metros de comprimento. Uma das estruturas mais impressionantes apresenta o formato de um “T” e, segundo o físico, não pode ser explicada apenas por processos naturais de erosão provocados por micrometeoritos.
“A geologia normalmente não produz formações retangulares como essas”, afirmou o especialista durante o programa Reality Check, apresentado por Ross Coulthart. Para ele, esses objetos representam anomalias que deveriam ser investigadas com urgência pela comunidade científica, em vez de simplesmente descartadas.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEMas por que não há um posicionamento oficial claro sobre essas descobertas? Derakhshani aponta para o Space Act de 1958, legislação que obriga a NASA a classificar qualquer achado que possa impactar a segurança nacional dos Estados Unidos.
O físico também relembrou a missão Clementine, realizada em 1994. Embora tenha sido apresentada oficialmente como uma iniciativa científica, seu diretor adjunto, o Dr. John Brandenburg, admitiu anos depois que o verdadeiro objetivo da missão era monitorar se “alguém mais” estaria construindo estruturas na Lua.
Atualmente, muitas imagens oficiais apresentam áreas borradas ou blocos de cores que ocultam detalhes do terreno lunar. Essa aparente censura fotográfica reforça a hipótese de que informações sensíveis estariam sendo deliberadamente escondidas do público.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEA investigação não se limita a registros fotográficos. Missões internacionais detectaram um “ponto quente” na região de Compton–Belkovich que emite até 20 vezes mais calor do que as áreas ao redor — um fenômeno que, até hoje, carece de uma explicação definitiva.

Além disso, foi confirmada a presença de nanotubos de carbono de parede simples no solo lunar. Trata-se de um material extremamente avançado que, na Terra, só pode ser produzido por meio de processos industriais altamente controlados e não ocorre de forma natural.
A relutância em divulgar informações sobre esses temas pode estar relacionada a um relatório elaborado pela Brookings Institution em 1960. Na época, o documento alertou a NASA de que o contato com uma tecnologia superior poderia provocar instabilidade social e psicológica na humanidade.
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Ainda assim, Derakhshani acredita que o mundo esteja preparado para a verdade. Enquanto as missões Artemis enfrentam dificuldades para superar suas limitações técnicas, o véu de sigilo que envolve o que realmente existe na Lua parece estar se aproximando do fim.
Estamos diante de nada mais do que formações rochosas incomuns — ou dos vestígios de uma presença antiga? A resposta pode estar aguardando no lado oculto da Lua, muito mais perto do que as agências oficiais estão dispostas a admitir.
A entrevista completa entre Ross Coulthart e Derakhshani pode ser assistida abaixo:
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