Denunciante da Força Espacial revela corrupção, um sistema secreto e uma ligação com OVNIs
No texto intitulado Hora de Falar: Preparados para a Surpresa Operacional, Shell denuncia que esse grupo nas sombras estaria assumindo ilegalmente o controle da Força Espacial (USSF) e do Comando Espacial (USSPACECOM), interferindo em missões críticas de segurança nacional. Após anos tentando resolver a situação por canais internos, sem sucesso, decidiu tornar o caso público.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEPrincipais acusações
Shell resume suas denúncias, várias delas classificadas com “alta confiança”, nos seguintes pontos:
- Usurpação de autoridade: um sistema de controle de segurança operaria acima da cadeia de comando oficial.
- Interferência em missões: haveria interferência direta e não autorizada na missão de Consciência do Domínio Espacial (SDA), dificultando a obtenção de inteligência sobre as atividades espaciais da Rússia e da China.
- Risco para a segurança nacional: o sistema teria potencial de comprometer a proteção do território norte-americano, missão atribuída ao USNORTHCOM.
- Represálias e abuso: aqueles que tentaram denunciar as irregularidades foram rotulados como “problemáticos” e tiveram suas carreiras prejudicadas. Além disso, regras não publicadas teriam sido usadas para punir membros da Força Espacial (“Guardians”) sem devido processo.
- Desvio de fundos e ligação com OVNIs: com “confiança média”, Shell alega que houve malversação de recursos e que existe uma conexão entre essas atividades e os Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAPs).
O documento secreto que funciona como “seguro”
Para sustentar suas afirmações, Shell menciona um “documento não classificado” que ele próprio redigiu e entregou ao gabinete do Inspetor-Geral do Pentágono em 2022.
Este relatório não é um simples papel; é seu testemunho detalhado de mais de dez anos de experiências e, segundo ele, previa que a investigação interna seria bloqueada. Mais importante ainda, Shell o utiliza como um alerta. Em sua declaração, afirma diretamente: «Eles têm interesse em que nada me aconteça», dando a entender que, se algo lhe ocorresse, as informações altamente comprometedoras desse documento poderiam vir à tona.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADEA origem do problema
Shell situa a raiz do conflito em uma mudança de política em 2018, impulsionada pelo Escritório Nacional de Reconhecimento (NRO), a agência de satélites espiões dos EUA. Segundo seu testemunho, um dos departamentos do NRO usou a segurança como pretexto para concentrar um poder desmedido, criando um sistema disfuncional que nem mesmo os altos comandos conseguiram corrigir.
A ousada decisão de Shell de tornar públicas essas acusações em uma plataforma como o LinkedIn garante a máxima exposição e promete desencadear uma tempestade política e uma investigação aprofundada no Departamento de Defesa.
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